a mulher no coração do último escândalo vaticano

Quando Francesca Chaouqui foi convocada há dois meses para uma reunião com a polícia do Vaticano, o especialista em relações públicas – que havia servido numa importante comissão do Vaticano para examinar as reformas financeiras – concordou. Ela supôs que seria um caso de uma hora de duração.

Em vez disso, a jovem de 33 anos foi detida, interrogada e mantida por 72 horas dentro das paredes do Vaticano – além de um curto período de internação hospitalar depois de ficar doente – e disse que lhe foi negado o acesso a um advogado. “Eu estava usando roupas muito leves porque eu estava em casa, e eu fiquei nessas roupas por três dias”, disse ela ao Guardian em uma entrevista recente.

Desde então, tendo sido acusado por promotores do Vaticano de divulgarem documentos confidenciais a dois jornalistas, um crime sob a lei do Vaticano punível com até oito anos de prisão, Chaouqui emergiu como um protagonista improvável no maior escândalo para balançar o Vaticano sob o papa Francisco.

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