Part II- Como os aviões podem te Ensinar Física: Atrito Dinâmico.

Tudo sobre O Atrito Dinâmico

Bem-vindos à segunda parte da série “Como os aviões podem te ensinar…”.

Este capítulo vem para complementar o primeiro conteúdo, e também simplificar esquemas da matéria de Física, e curiosidades.

Antonov AN225

Observando o grande Antonov AN225, maior avião de carga do mundo, que posou no Brasil na ultima semana, me surgiram alguns questionamentos sobre como 285 toneladas consegue vencer a massa do ar, e enfim, voar.

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O Antonov AN225 foi um avião criado pela União Soviética para transportar cargas imensas e, principalmente servir de suporte para o Buran, na corrida Espacial (Guerra Fria).

A resposta para esta questão é complexa. Um avião para se manter voando regularmente, precisa de um conjunto relativo:  A segurança e a eficiência.

Analisando, a partir do princípio que o principal componente do avião é a sua fuselagem-asa, podemos interligar alguns pontos determinantes para o aprendizado.

  • A fuselagem-asa de um avião gera Sustentação de voo (O que permite o avião voar);
  • A Sustentação é um produto do Arrasto;
  • O Arrasto é uma força oposta à direção do voo;
  • O Arrasto, neste caso, é obtido diretamente com a ação de uma força de Empuxo ou Tração, em favor do avião;
  • O Empuxo e a Tração são criados a partir de motores.

No entanto, aonde se encaixa o atrito dinâmico?

O Atrito Dinâmico

O Atrito Dinâmico nada mais é, do que o arrasto citado acima. Ela permite que o avião alce voo.

E, incrivelmente, o motor tem, na realidade, a função de induzir este atrito dando locomoção, influenciando diretamente na função da asa e da fuselagem, já que o avião não consegue voar sem o motor, néh.

Então, olhando por este lado, o atrito é condicionado, neste exemplo, pela dinamicidade do corpo (aerodinâmica), o corpo tendo movimento, tem, automaticamente, o atrito dinâmico.

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O Contrail, nuvem produzida, geralmente pelo motor de uma aeronave, mostram o agente do atrito dinâmico: A massa do ar. O Contrail é formado a partir da condensação da água resultante da combustão do motor, que está na forma de vapor. Em contato da massa de ar, que na altura de voo de cruzeiro, é fria, ela se condensa formando essas nuvens.